http://soundcloud.com/rbproducoes/imenso-vazio
Nova música do Mc Flavinho, Imenso Vazio, é de autoria de Welton Soares (www.weltonsoares.com.br) e regravado em homenagem a esse artista.
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Nova música do Mc Flavinho, Imenso Vazio, é de autoria de Welton Soares (www.weltonsoares.com.br) e regravado em homenagem a esse artista.
Tendo sua origem em Betim Minas Gerais os fundadores Jones Carlos, Adriano e Carlos Alexandre idealizavam não somente a criação de mais uma banda de pagode, mas sim a união de pessoas que pudessem fazer do repertório sugerido e do palco momentos inesquecíveis para o grupo e, principalmente para aqueles que mais tarde apreciariam o trabalho do Grupo Daquele Jeito. E foi com essa ideologia que foram integrados : Buiu (vocal), Moises (vocal), Jones (cavaco), Silvio (pandeiro) e Del (baixo).
Galeria de Rogério Barbosa no Flickr.
Novas montagens…
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As mãos continuaram erguidas. “Bom – ele disse – e se eu fizer isto?” E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e a esfregá-la. Depois, pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou: “E agora? Quem ainda quer esta nota?”
Todas as mãos continuaram erguidas. O palestrante virou para a platéia e disse que tinha ensinado uma lição:
“Não importa o que eu faça com o dinheiro. Vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor.
Essa situação também acontece com a gente. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados, e ficamos nos sentindo sem importância. Mas, isso não importa… Jamais perderemos nosso valor perante o universo. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos. O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou que sabemos, mas pelo que somos!”
Somos especiais… VOCÊ é especial! Jamais se esqueça disso!!!
Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: “Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo”. E ela responde: “Eu também não, meu filho”.
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo.
O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: porque és morno, e não frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. É exatamente isso que está escrito em Apocalipse 3:16: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito: É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido, tendo consciência de que cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse! Eu sabia…!
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 as 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios.
O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho. Trabalhe!
Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama “sucesso””.
“TRABALHE EM ALGO QUE VOCÊ REALMENTE GOSTE,
E VOCÊ NUNCA PRECISARÁ TRABALHAR NA VIDA”
- Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão que o rapaz acabou preso!
- Dias depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, e processou o homem.
- No tribunal, o velho diz ao juiz: Comentários não causam tanto mal.
- E o juiz respondeu: Escreva os comentários num papel, “depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença”.
O senhor obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem, disse o juiz.
- Responde o velho: Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão.
- Responde o juiz: Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal.
Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.
Sejamos donos de nossa boca, para não sermos escravos de nossas palavras.